28 de abril de 2017

— Nietzsche Cywisnki, O menino dos olhos poentes


Paralelo às estrondosas rupturas humanas, contemplo o silêncio do desabrochar das flores, da germinação das sementes, do despertar da aurora intrínseca à essência de toda e qualquer natureza – consequente a isso, em face dos vales e dos horizontes que se rompem na infinitude do meu espírito eterno, também nasce em mim uma ditosa alvorada; sua luz e seu brilho adentra sorrateiramente os meus recantos obscuros, alumbrando-me, de modo apraz, os caminhos condutores ao cerne do meu corpo e ao imo da minha alma.