12 de novembro de 2015

Sétima elegia de Fabricio Carpinejar


(...) Cumprias distâncias em mim.
Madrugando não alcançaria.
Venho de tua lonjura, os braços eram remos
no barco e aço da âncora.
Acostumado à extensão das raízes, não sobrevivo no vaso dos pés.
Passei a vida aprendendo a respeitar teu espaço.
Como povoá-lo
após tua partida?