3 de junho de 2014

Vou deixar-te levar... Anaïs Nin, in A Casa do Incesto


[...]Vou deixar-te levar até à fecundidade da destruição. Por isso me atribuo um corpo, um rosto e uma voz. Eu sou como tu me és. Cala o fluxo sensacional do teu corpo e encontrarás em mim, intactos, os teus medos e as tuas penas. Descobrirás o amor separado das paixões e eu descobrirei as paixões privadas de amor. Sai do papel que te atribuis e descansa no centro dos teus verdadeiros desejos. Por um momento deixa as tuas explosões de violência. Renuncia à tensão furiosa e indomável. Eu passarei a assumi-las.[...]

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